Junho 21, 2009

Os vampiros de L. J. Smith: poderes e fragilidades


 

Como são os vampiros de Crónicas Vampíricas? Que poderes ­? ou fragilidades ? os distinguem dos seres humanos? Já sabemos que não brilham ao Sol e não os vemos a fugir de espelhos, alhos e crucifixos… Fizemos uma lista das principais características. Se vires que falta alguma, acrescenta!

 

 

Eles passam despercebidos:

 

Embora sejam mais pálidos do que a maior parte dos humanos, os vampiros de L. J. Smith misturam-se facilmente com a multidão. No entanto, se lhes tocarmos, verificamos que a temperatura do corpo é mais baixa e que o coração bate muito mais devagar. O odor do sangue e a sede tornam os seus caninos mais aguçados e a expressão do rosto mais feroz.

 

Hábitos alimentares:

 

Já sabemos que os vampiros só se alimentam de sangue, embora Stefan tente alimentar-se apenas com o sangue dos animais, o que o torna muito mais fraco do que Damon.

 

Sugar o sangue da vítima, em Crónicas Vampíricas, pode ser uma experiência brutal e sanguinária, ou sensual e agradável: depende da fome que o vampiro tem, dos seus sentimentos pela vítima e da rendição ou resistência da vítima à dentada vampírica. Geralmente, quando a vítima se entrega, a sensação é agradável. Se a vítima se debater e estiver muito tensa, a experiência pode ser traumática e excruciante.

 

Vida à luz do Sol:

 

Graças a um anel com uma pedra de lápis-lazúli, que lhes foi oferecido por Katherine, Stefan e Damon resistem à luz do Sol. Caso contrário, ser-lhes-ia fatal. Katherine usa a pedra como um pendente ao pescoço.

 

Fragilidades:

 

Para além da luz do Sol, uma estaca no coração e a decapitação são capazes de matar um vampiro em Crónicas Vampíricas, mas um vampiro muito antigo pode sobreviver a um golpe no coração. Quando sugados por outro vampiro, os vampiros mais fracos podem sucumbir à experiência se não se alimentarem pouco tempo depois. A consciência, a recusa de se alimentar de sangue humano e o amor por um humano também podem fragilizar os vampiros.

 

Poderes:

 

Força e velocidade acima do normal são dois dos poderes dos vampiros em Crónicas Vampíricas. Por vezes, chegam mesmo a ser mais rápidos do que o olhar humano. Conseguem saltar de sítios muito altos e aterrar com uma graciosidade felina, mesmo quando apanham um humano a caminho do chão. Subir paredes de edifícios não é um problema, nem pegar em objectos extremamente pesados ou arrancar árvores pela raiz.

 

Os sentidos vampíricos são mais agudos do que os humanos: os vampiros vêem melhor à noite, ouvem ruídos a distâncias impossíveis e têm um olfacto apuradíssimo. Mesmo os vampiros mais fracos são capazes de vergar a vontade humana, obrigar os humanos a agir segundo os seus interesses, fazer com que vejam coisas que não são reais, ou esquecer completamente coisas que aconteceram. Se o vampiro for forte, pode manipular a vítima à distância e fazê-la obedecer a todos os seus caprichos. Também conseguem controlar pequenos animais domésticos, transformando-os em feras assassinas, e manipular o tempo atmosférico, os ventos, os relâmpagos. São capazes de assumir formas de animais – o corvo, por exemplo – que lhes permitem espiar os humanos.

 

Como é que um humano se transforma em vampiro:

 

A chave da transformação é beber o sangue do vampiro em quantidades suficientes para regressar da morte. Se o humano não morrer, é possível que o sangue do vampiro acabe por ser expulso do corpo e, com ele, as características que marcam o início da metamorfose: maior força e velocidade, sede de sangue humano, sentidos aguçados.

 

Fonte: vampire-diaries.net

 



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