Janeiro 13, 2011

Como começa Aurora Negra: O Mundo da Noite V…



Eternos vampiros,


Como de costume, esta primeira gota de sangue é para vocês: o prólogo de Aurora Negra, seguido do primeiro capítulo.


Maggie Neely acordou ao som dos gritos da mãe.

Fora para a cama, como habitual, com Jake, o Grand Danois, pesadamente estendido sobre os pés e os três gatos a disputarem um lugar junto a sua cabeça. O rosto estava pousado no livro de geometria; os trabalhos de casa estavam espalhados por entre os

cobertores, com bocados de batatas fritas e um saco vazio. Vestia calças de ganga, a parte de cima de um pijama as flores e as únicas duas meias que fora capaz de encontrar na noite anterior: uma meia vermelha aveludada e uma meia alta de algodão azul.

Aquelas meias iriam depois fazer para ela a diferença entre a vida e a morte, mas naquele momento Maggie não fazia a menor ideia disso.

Ficara apenas surpresa e desorientada por ter sido acordada de repente. Nunca antes ouvira gritos como aqueles, e perguntou?se como poderia estar tão segura de que era a sua mãe que gritava.

Alguma coisa, de facto me esta a acontecer, percebeu Maggie devagar. A pior das coisas.

O relógio da mesa?de?cabeceira marcava 2 horas e 11 minutos.

E então, antes mesmo de ter percebido que se estava a mover, avançou desamparada pelo chão do quarto, onde pilhas de roupa suja e equipamentos desportivos tentavam fazê?la cair. A meio do quarto, espetou o queixo num cesto de papeis e arrastou?se sobre ele. O átrio estava mal iluminado, mas a sala, no fim do corredor, resplandecia de luz, e os gritos vinham de lá.

Jake ia ao lado dela, a passo rápido. Quando chegaram a antecâmara da sala soltou um meio rosnido, meio latido.

Maggie deu conta de toda a cena num relancear de olhos. Era um daqueles momentos em que tudo muda para sempre.

A porta da frente estava aberta, deixando entrar o ar frio de uma noite de Novembro em Washington. O pai de Maggie vestia um roupão de banho curto e amparava a mãe, que o puxava e empurrava, como se estivesse a tentar fugir, gritando quase sem respirar ao mesmo tempo. E, na entrada, estavam quatro pessoas, de pé: dois xerifes, um guarda?florestal e Sylvia Weald.

Sylvia. A namorada do seu irmão. E percebeu de imediato, como se tivesse sido atingida por um golpe fulminante de martelo.

O meu irmão está morto, pensou Maggie.


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EM BREVE, NOTÍCIAS DE CRIAR SANGUE NA BOCA SOBRE O REGRESSO DE DIÁRIOS DO VAMPIRO : THE DESCENT!


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