Novembro 15, 2010

Boas críticas aos nossos livros

a-cacadora


Perigosos vampiros,


Descobrimos no outro dia esta crítica de Joana Cardoso ao quarto livro da série O Mundo da Noite, de L. J. Smith, e queremos partilhá-la convosco. Sabemos que esta série já tem muitos seguidores e não queremos que andem por aí escondidinhos e caladinhos! Manifestem-se! Digam-nos o que pensam desta crítica, se concordam, se têm alguma coisa a acrescentar. Na vossa opinião, A Caçadora foi a melhor história de O Mundo da Noite? Se não, qual foi? A série tem uma página no blog – consultem-na!


CRÍTICA DE JOANA CARDOSO NO BLOG BELALUGOSIISDEAD.BLOGSPOT.COM


Jez pertence à família dos poderosos Redfern, um nome importante entre os vampiros e ainda mais no Mundo da Noite. Jez acabou de se tornar também a líder do grupo de vampiros que pertencia a Morgead, o seu melhor amigo mas também o maior inimigo.

No entanto a sua vida está prestes a ser abalada, pois durante uma caçada Jez lembra-se do seu passado – não é uma vampira completa, mas sim meio humana. Por causa disso a protagonista abandona o grupo e vai procurar abrigo junto do Círculo da Aurora, tornando-se uma caçadora de vampiros.

No entanto algo está a acontecer ao mundo e profecias antigas são reveladas. É aí que o Círculo de Aurora decide recorrer a Jez e pedir-lhe que volte a liderar o grupo de vampiros do qual era chefe, de modo a que consiga encontrar um dos Poderes Antigos, pois só eles serão capazes de salvar o mundo do Apocalipse.

Apesar de ser mais um livro bastante semelhante aos anteriores, novas temáticas são introduzidas, como os Poderes Antigos, que são seres dotados de um enorme poder, os Espíritos Velhos, espíritos que são reencarnados constantemente e que têm o dom de se conseguir lembrar de todas as suas vidas passadas, e o Apocalipse que se aproxima. Neste livro ficamos também a conhecer um pouco mais da história do próprio Mundo da Noite, o que faz com que a história em si se torne mais completa.

A questão das almas gémeas volta a aparecer, no entanto, não lhe é dada tanta atenção, mas constitui uma lufada de ar fresco à história. As personagens continuam a cativar com as suas personalidades fortes e dinâmicas.

L. J. Smith conseguiu mais uma vez criar uma história simples, mas cativante, com todos os ingredientes necessários para prender o leitor e o levar a passar momentos agradáveis e descontraídos durante. – Joana Cardoso


UMA SEMANA DE PÔR OS CABELOS EM PÉ PARA TODOS


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